sábado, 30 de janeiro de 2010

RPG



RPG


Mundos de mundos nobres e selvagens...
Literatura, igrejas, mil mistérios...
Aventuras longínquas, cemitérios...
Esplêndidas lembranças e viagens...

Campanhas, jogos límpidos e etéreos...
Dragões antigos, anjos, personagens
De várias castas, clássicas linhagens...
Caminhos d' água, terra, fogo e aéreos...

Mundos de mundos, formas mitológicas,
Figuras de figuras bem ilógicas,
Vagos sonhos que, lívidos e belos,

Lembram as trevas cálidas dantescas...
Oh! Milton, Stoker, flores vampirescas
E os príncipes sublimes dos castelos...


 
ROMMEL WERNECK

sábado, 23 de janeiro de 2010

MOMENTOS/ APRESENTAÇÃO/ ISIDRO ITURAT





       Dentre todas as obras de arte da História, nenhuma imagem tematiza melhor o momento de um encontro do que o ícone pintado por Duccio "Noli me tangere", traduzindo, " Não me detenhas", o momento em que Cristo aparece para Maria Madalena, imagem retratada ao longo dos tempos de formas diferentes.
      
      A nova coluna do blog mostrará momentos de encontros e confraternizações entre escritores e leitores. São registros importantes e é justo lembrar dos leitores!

     Inicialmente, minha fotografia com o escritor Isidro Itrurat residente em São Paulo /SP. A fotografia data de 7 de novembro de 2009 no Segundo Sarau do Sítio da Ressaca. Isidro falou do indriso e declamou em português e espanhol. Abaixo das fotografias tiradas pelo professor Rogério Temporini, os nossos dois vídeos.






Isidro Iturat e eu


      
Abaixo, Isidro com prof Rogério Temporini, regente do Coral do Sítio da Ressaca
  



VÍDEOS

ANTES, AGORA E SEMPRE AO VIVO










ISIDRO ITURAT LUNA MENGUANTE



EM BREVE!

- Foto minha com Professor DyCastro no Mosteiro da Luz em São Paulo!
- Foto e vídeos do XXVII POLITEAMA- Sarau Diverso, evento em que conheci Allan Vidigal, escritor e leitor assíduo do blog

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

INVISÍVEL!







INVISÍVEL!

 
Invisível! Quero te ver ó Plutão!
Impossível! Não posso ter ó meu amor!
Indizível! Quero te ter com furor!
Invencível! Rendo-me a ti, deus pagão!

Impassível! Meu homem dominador!
Inflexível! Eu te amo doce ilusão!
Incrível! Morder-te-ia amarga paixão!
Insensível! Tu me causas dura dor!


Salve Plutão, deus do solo e de meu inferno!
Salve Eros, ó deus do amor vadio e eterno!
Salve Plutão traços horrendos e visíveis!


No meu coração sem brilho, triste e imenso
Eros reina, impera de modo tão intenso.
Tu e Eros são seres belos e invisíveis.

ROMMEL WERNECK


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Escultura: O rapto de Proserpina, de Bernini
Retirado da wikipedia
Edição de Rommel Werneck no PhotoFiltre








sábado, 16 de janeiro de 2010

Bela Dama Exótica

Minha bela dama exótica,
Que prazer é tê-la ao meu lado,
Tuas cartas exaltaram meu peito.
Tais mensagens intensas
Sustentaram sonhos saborosos.
Agora não estou tão só,
Detrás de tua voz infantil
Existe uma mulher amável.

Com linguagem mansa,
Tuas palavras extasiam,
Como se eu nunca amasse
Nessa vida breve.

Em mistérios de teu íntimo
Faço-me um detetive
E descubro tuas facetas
Enquanto as horas passam.

Penso em nossa inconstância
E busco-te entre tantos rostos.
Liberemos agora nossos instintos
Para viver o indefinido.



- Mensageiro Obscuro.
Abril/2005.


Foto: "Dance" por Alphonse Mucha, 1898.

sábado, 9 de janeiro de 2010

Amor Obscuro


 
 
 
Minha carruagem corre no escuro
A lua alumia essa estrada turva
Plátio, meu servo, semblante puro
Atento com seu gládio em cada curva
Pulcro, tão fiel e confiável

Os cocheiros se apressam
Correr é preciso, o tempo urge inabalável
Não podemos esmorecer agora
"E tampouco depois, minha senhora"

Sua palavras lembram minha coroação
Rainha vim a ser por coação
Meu reinado por um amor
Meu amor por uma paixão

Devota sou de coração
Mas farta estou desta condição
Meus vestidos de seda, minhas jóias raras
Minhas aias, minhas anáguas caras
Meu reinado por um amor
Meu amor por uma paixão

Daria minha coroa de ouro gelado
Por uma ardente paixão
Todo o meu vasto reinado
Por um pouco de ardor
Toda essa servil multidão
Por um único amor


Mas não tenho mais opção
Não há mais escolha, nem há mais tempo
Meus sonhos são o que são
Sementes ressequidas, perdidas ao vento

CLÁUDIA BANEGAS

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Cadeia Alimentar



AMOR 
                                                    A A.T.


O amor conheceu os olhos mais celestes, 
A boca perfeita, músculos, rijeza, 
Os braços, a língua longa por proeza, 
O corpo viril sob gregas e alvas vestes. 

O amor conheceu a vossa Natureza! 
O cérebro, o gênio, ideais que expusestes
Unidos a nossos beijos cafajestes.  
Enfim, abraçou as glórias da Beleza! 

O amor conheceu a mim? Decerto, Não! 
Nem meu sofrimento, os versos a tecer,
Meu corpo em fulgor por tanta devoção, 

O choro, o clamor, os dentes a ranger, 
As sombras, a morte, a santa humilhação,

Pois vossa beleza chama-se Poder.


ROMMEL WERNECK

domingo, 3 de janeiro de 2010

RETRÔ NEWS "AUTORA" SUGERE A POETAS QUE NÃO ESCREVAM POESIA!





Saudações, Plêiade!

Venho hoje inaugurar uma nova coluna do blog: Retrô News. Consiste na publicação e comentário de notícias e ensaios sobre literatura. Quem quiser nos mandar informações basta mandar para: principedark_alvaresdeazevedo@yahoo.com.br

Primeiramente, segue o texto que encontrei, depois a bibliografia e o comentário detalhado citando o texto em questão.  


"Autora" quer que poetas não "copiem" clássicos porque o povo prefere os "originais".



COMO PUBLICO MINHAS POESIAS?
Laura Bacellar

Recebo muitas críticas a respeito de minha posição sobre poesia. Fico firme nela, achando que nenhum editor pode ser obrigado a ter prejuízo (veja COMO ENCONTRAR UMA EDITORA) só porque há um sem número de poetas desejando um modo de se expressar em público. Ainda assim, apresento a seguir algumas idéias sobre como aumentar a sua chance de divulgar seus textos poéticos.

Poesia costuma ser recusada não só porque não vende, mas também devido à postura dos poetas. Vou comentar o que acho mais problemático.

Muitos escritores talentosos, por exemplo, gastam sua imaginação imitando o estilo de grandes mestres.

Não faça isso!

Nada impede o leitor de comprar os poemas originais de Fernando Pessoa ou Cecília Meireles, Carlos Drummond de Andrade ou Florbela Espanca. Os livros desses poetas existem na praça, costumam ser reeditados e apreciados. Imitar o estilo deles é pedir para ser ignorado, porque a maioria das pessoas prefere o original a uma cópia posterior.

Minha sugestão portanto é que você crie um estilo todo seu, parecido com o de ninguém, e insista nele. Diferencial é importantíssimo nessa era de excesso de publicações.

Outra besteira constante, na minha opinião, é poetas recorrerem a temáticas do século XIX, como amor ligado à dor, musas em flor, campos (também em flor!) e outros temas que foram favoritos de românticos tanto tempo atrás.

Por que poesia precisa remeter a um passado distante e bucólico?

Encontre lirismo, beleza, interesse para os sentidos no que existe hoje, no século XXI. Se você escolher assuntos que jamais foram alvo de considerações pelos poetas famosos, como talvez seqüestros ou personagens da Casa dos Artistas ou a televisão ou festas infantis em bufês, aumenta muito sua chance de interessar um editor comercial. Poesia afinal foi criada para nos fazer olhar de modo diferente para o que está em volta, não é mesmo?

Quando produzir uma obra, aliás, minha sugestão é que crie um tema condutor que possa atrair a atenção do leitor. Poesias sobre tudo são o mesmo que poesia sobre nada. Escolha explorar vários ângulos -- interessantes, fascinantes, originais, que ninguém tenha feito antes! -- de um mesmo tipo de assunto. Os bufês infantis de meu exemplo anterior podem ser temas áridos, mas talvez não a infância consumista, por exemplo.

Muitos poetas insistem ainda -- de modo nervoso, irritado -- em querer ser publicados por editoras comerciais quando falam apenas de si mesmos, de suas vidas, sem que nada de muito diferente tenham feito. Ora, sua vida interessa a quem conhece você, quem gosta de você. Se você escreveu algo sem chance de poder encantar a um norueguês daqui a cinqüenta anos, sugiro que parta para a publicação por conta própria.

Divirta-se fazendo uma noite de autógrafos entre seus amigos e parentes, faça o livro que você deseja sem a pretensão de comercializá-lo. Espalhe entre os seus conhecidos um pouco do que você sente, sem desejar o envolvimento da indústria livreira.

Sugiro também que considere outras formas de publicação. Não conheço o funcionamento de veículos como cartões postais, cadernos e agendas, mas tenho visto nesses meios, assim como nas músicas, um canal para a expressão de muitos poetas. Caberia pesquisar como estes meios processam a seleção de seus materiais e talvez apresentar-lhes sua obra.

Vejo a música, hoje, como o canal mais poderoso de divulgação da poesia, não os livros. Portanto, quem deseja fazer fama e fortuna com letras tem muito mais possibilidades de encontrar aí, e não no mercado de livros, um canal possível para a sua arte e lirismo.

Boa sorte!



BIBLIOGRAFIA:


BACELLAR, Laura. Como publico minhas poesias? Disponível em: http://www.escrevaseulivro.com.br/escreva/encontre-uma-editora/como-publico-minhas-poesias.html Acesso em: 03.01.2009 14h38




     O texto acima foi encontrado no portal "Escreva seu livro", um site interessante que auxilia o escritor que quer publicar um livro. Entretanto, deparei-me com este texto de mau gosto que comentarei para defender não só a poesia de sempre como o conceito de pluriliterariedade. Comentarei em partes, sendo que os trechos em verde são de Bacellar e os roxos meus.

       
"Recebo muitas críticas a respeito de minha posição sobre poesia. Fico firme nela, achando que nenhum editor pode ser obrigado a ter prejuízo (veja COMO ENCONTRAR UMA EDITORA) só porque há um sem número de poetas desejando um modo de se expressar em público. Ainda assim, apresento a seguir algumas idéias sobre como aumentar a sua chance de divulgar seus textos poéticos."
     A autora alega que os editores não são obrigados a ter prejuízos. Obviamente, todos nós sabemos que poesia é o que menos vende, mas o escritor que intercalar com prosa na sua trajetória literária terá um reconhecimento melhor. Não é apresentada nenhuma ideia e sim imposta uma.

         
 "Poesia costuma ser recusada não só porque não vende, mas também devido à postura dos poetas. Vou comentar o que acho mais problemático.


Muitos escritores talentosos, por exemplo, gastam sua imaginação imitando o estilo de grandes mestres.

Não faça isso!

Nada impede o leitor de comprar os poemas originais de Fernando Pessoa ou Cecília Meireles, Carlos Drummond de Andrade ou Florbela Espanca. Os livros desses poetas existem na praça, costumam ser reeditados e apreciados. Imitar o estilo deles é pedir para ser ignorado, porque a maioria das pessoas prefere o original a uma cópia posterior."
  
    Copiar obras e pôr o próprio nome é crime, chama-se plágio, dá cadeia. Quando a escritora diz que "imitar o estilo" é pedir para ser ignorado, penso naquilo que conversei com Nilza Azzi e já expus aqui: o tratamento que os clássicos recebem. Não podemos ver os clássicos como ídolos a serem eternsmente contemplados, reeditados e comercializados, isto seria cair numa banalidade! Por outro lado, há os que julgam os clássicos ultrapassados. A melhor forma de compreender os autores consagrados é buscar sentido em sua obra no hoje e receber suas influências importantíssimas mesmo que isto desagrade modernistas como Bacellar. É importante que os consagrados vivam ainda hoje e tenham discípulos. A maioria das pessoas nem sabem quem é Florbela Espanca ou quaisquer outros citados, culpa do mau ensino da literatura e da péssima visão que estudiosos coomo Bacellar possuem. Além do mais, ao dizer que imitar autores é um pecado é como se estivesse criticando as escritoras que citou, pois Florbela retomou o mal-do-século e o soneto e Cecília recuperou a lírica vaga e musical como os simbolistas faziam.
      
 "Minha sugestão portanto é que você crie um estilo todo seu, parecido com o de ninguém, e insista nele. Diferencial é importantíssimo nessa era de excesso de publicações.

Outra besteira constante, na minha opinião, é poetas recorrerem a temáticas do século XIX, como amor ligado à dor, musas em flor, campos (também em flor!) e outros temas que foram favoritos de românticos tanto tempo atrás.

Por que poesia precisa remeter a um passado distante e bucólico?"


     No trecho acima, Bacellar sugere que os escritores ignorem as influências, maior riqueza literária! Se ela julga "besteira" as temáticas do século XIX, entonces ela deve julgar besteira todas os poetas daquela época
e também os sentimerntos de hoje, uma vez que há temas universais e atemporais.  Não há como criar um estilo só nosso! Diferencial? Ora, se Bacellar critica quem escreve poesia, ela critica Remeter o passado é um direito de qualquer escritor e deve ser respeitado. Do que a poesia é feita? É lirismo, é lembrança, sentimento etc. Há necessidade de que a poesia não seja prática e objetiva, estamos diante de um texto literário e não de um texto meramente informativo.

"Encontre lirismo, beleza, interesse para os sentidos no que existe hoje, no século XXI. Se você escolher assuntos que jamais foram alvo de considerações pelos poetas famosos, como talvez seqüestros ou personagens da Casa dos Artistas ou a televisão ou festas infantis em bufês, aumenta muito sua chance de interessar um editor comercial. Poesia afinal foi criada para nos fazer olhar de modo diferente para o que está em volta, não é mesmo?"
      Como encontrar lirismo se justamente é do lirismo que a pesquisadora quer que nos dispemos? Interesse para o século XXI? há temas que são universais e atemporais como eu já disse e que são rejeitados por Bacellar. A poesia não precisa se secularizar só porque uma crítica literária prefere assistir TV. Que a autora queime os clássicos, eu até compreendo, afinal, é assim que agem os pseudo-escritores. Mas dizer para escrever sobre Casa dos Artistas e outros lixos nada líricos é um ataque ao bom senso e ao bom gosto. Também é relevante ressaltar que contar uma história de sequestro diz respeito ao gênero narrativo e não ao lírico o que demonstra uma falta de domínio do tema por parte da autora da qual constata-se de que ela mesma não consegue ver motivos de lirismo no século XXI. Se poesia foi feita para olhar de modo diferente, por que não aceitar o arcaísmo? O texto se contradiz e ainda traz marcas de preconceito. Os comentários dos leitores que apoiam a autora são terrivelmente destrutivos.


"Quando produzir uma obra, aliás, minha sugestão é que crie um tema condutor que possa atrair a atenção do leitor. Poesias sobre tudo são o mesmo que poesia sobre nada. Escolha explorar vários ângulos -- interessantes, fascinantes, originais, que ninguém tenha feito antes! -- de um mesmo tipo de assunto. Os bufês infantis de meu exemplo anterior podem ser temas áridos, mas talvez não a infância consumista, por exemplo."

    Oras, se um escritor deve escrever apenas sobre um tema, ele que escreva, mas isto ser um dogma é muito ruim. Tivemos escritores que escreveram apenas poesia sacra, por exemplo e foram ótimos poetas. Nunca devemos nos esquecer do baiano Gregório de Mattos que desenvolveu várias vertentes, será que ele escreveu sobre nada? Com certeza, não! Ter várias áreas não foi e nem nuncas será errado. Bufês infantis? Que coisa que esta escritora tem por bufês, por que ao invés de atacar os poetas, ela não cuida da festa de publicação dos livros dos escritores?

"Muitos poetas insistem ainda -- de modo nervoso, irritado -- em querer ser publicados por editoras comerciais quando falam apenas de si mesmos, de suas vidas, sem que nada de muito diferente tenham feito. Ora, sua vida interessa a quem conhece você, quem gosta de você. Se você escreveu algo sem chance de poder encantar a um norueguês daqui a cinqüenta anos, sugiro que parta para a publicação por conta própria.



Divirta-se fazendo uma noite de autógrafos entre seus amigos e parentes, faça o livro que você deseja sem a pretensão de comercializá-lo. Espalhe entre os seus conhecidos um pouco do que você sente, sem desejar o envolvimento da indústria livreira."
   Os escritores que escrevem sobre suas próprias vidas escrevem autobiografias e não poesias. São tipos diferentes de textos. Bacellar também não sabe distinguir autor e eu-lírico. O eu-lírico é a voz que canta na poesia a dor. Vou explicar isto da  melhor forma possível: citando um modernista. "O poeta é um fingidor" (Fernando Pessoa). Quando lemos um soneto sobre dor não quer dizer que o poeta esteja sofrendo. Muitos escritores não agradaram à sua época, mas agradam hoje cfomo ocorreu com Florbela Espanca, citada por Bacellar. O escritor não pode se sentir feliz apenas numa noite de autógrafos, é ridículo e discriminador esta parte do texto, a autora ordena que os verdadeiros poetas devem ficar no anonimato e felizes não pelos escritos, mas sim pela festa, realmente, o texto parece mais uma propaganda de bufê do que de crítica literária. Muitas bandas de rock se originaram assim, são as conhecidas bandas de garagem e o mesmo efeito ocorreu com orquestras e corais que eram de uso exclusivo de igrejas e escolas.

"Sugiro também que considere outras formas de publicação. Não conheço o funcionamento de veículos como cartões postais, cadernos e agendas, mas tenho visto nesses meios, assim como nas músicas, um canal para a expressão de muitos poetas. Caberia pesquisar como estes meios processam a seleção de seus materiais e talvez apresentar-lhes sua obra.


Vejo a música, hoje, como o canal mais poderoso de divulgação da poesia, não os livros. Portanto, quem deseja fazer fama e fortuna com letras tem muito mais possibilidades de encontrar aí, e não no mercado de livros, um canal possível para a sua arte e lirismo.

Boa sorte!"
     A música realmente é uma área para os literatos atuarem, entretanto, já imagino quais são as músicas a que Bacellar se refere. Eis, caros leitores e cara plêiade, um texto que não tem a pretensão de auxiliar o poeta a publicar profissionalmente sim um texto que discrimina os poetas e ofende à poesia retrô. Precisamos vender, mas há de se enjcontrar uma forma de escrever e vender com dignidade. Que esta autora e tantos outros se inspirem em Safo, Cruz e souza, Florbela Espanca, Bilac, Francisca Júlia, Camões etc

sempre seu,
Rommel Werneck